segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Palestra no Salette


Por: Uenderson (Eros) [Re-editado e re-postado]

Na última quinta-feira (15) foi realizado um projeto dos alunos da oitava série do Colégio Nossa Senhora da Salette, aqui em Salvador, sobre desmatamento e reflorestamento. E o Grupo de Voluntários do Greenpeace em Salvador, juntamente com a COPPA (Companhia de Polícia de Proteção Ambiental – Polícia Militar da Bahia), foi convidado para dar uma palestra para os alunos da instituição.

A palestra teve início com a Sgt. Gracinha apresentando asfunções realizadas pela Companhia, dando informações sobre crimes ambientais e exemplificando como o cidadão deve proceder diante de crimes ambientais. Em seguida, seu colega Sgt. Jonathas tomou a palavra e disse como é o dia-a-dia de um policial de Proteção Ambiental.

Depois deles, foi a vez de nossa voluntária Elissama Menezes ter a palavra. De uma forma inteligente e descontraída ela conseguiu atrair a atenção de todos. O assunto da palestra foi reflorestamento. Ela explicou o que de fato é um reflorestamento e como é realizado, como podemos fazer (de forma simples, mas importante), maneiras de termos uma vida sustentável, entre outros. Comentou também um pouco sobre o Código Florestal, e o principal, plantou uma “semente” dentro de cada um para que possam ser mais amigos do meio ambiente possível. Os alunos interagiam com Elissama no decorrer da palestra, o que tornava o mesmo algo interessante.

Queríamos agradecer à diretoria do colégio por mais uma vez estarem abrindo as portas para a gente e, principalmente, aos alunos em geral que foram super atenciosos conosco e estavam dispostos a ouvir tudo atentamente.

Até a próxima!

Entenda mais sobre a reforma no Código Florestal:
http://www.greenpeace.org/brasil/pt/O-que-fazemos/Amazonia/Codigo-Florestal/

......Sgt. Jonathas, Julio, Elissama, Uenderson e Sgt. Gracinha....

terça-feira, 13 de setembro de 2011

GREENPEACE 40 ANOS

No dia 15 de setembro 1971, 12 ativistas zarparam de Vancouver num velho barco rumo à ilha Amchitka para impedir testes nucleares. Assim nascia o Greenpeace


Uma viagem pela vida e pela paz. Foi com esse pensamento que um grupo de ecologistas, jornalistas e hippies planejaram zarpar do porto de Vancouver, no Canadá, rumo ao Ártico, com um velho barco de pesca chamado Phyllis Cormack. O ano: 1971. O plano: impedir que os Estados Unidos levassem a cabo testes nucleares em uma pequena ilha chamada Amchitka, na costa ocidental do Alasca.
Dois anos antes, mais de 10 mil pessoas já haviam tentado impedir testes e bloquearam o maior posto de fronteira entre o Canadá e os Estados Unidos, carregando faixas que diziam: “Não faça onda!”, em referência aos maremotos causados pelas explosões. Para Jim Bohlen e Irving Stowe, líderes do protesto, era preciso fazer algo mais além de faixas na fronteira.

Mal sabia o pequeno grupo de 12 ativistas que o ato de colocar a embarcação nas águas gélidas do Ártico marcaria a fundação do Greenpeace, hoje a maior organização ambientalista do planeta.

O barco, interceptado antes de chegar à ilha, não impediu que os Estados Unidos detonassem a bomba. Ainda assim, a viagem despertou a atenção da opinião pública, muito mais do que os próprios organizadores poderiam imaginar. A voz da razão prevaleceu e naquele mesmo ano os testes foram suspensos em Amchitka, então declarada santuário de pássaros.

A idéia de que alguns indivíduos podiam fazer a diferença por um planeta mais verde e pacífico se tornou realidade e amealhou uma legião de seguidores em todos os continentes.

Aos quase 40 anos de idade, o Greenpeace festeja não só as vitórias colecionadas por quatro décadas, mas também uma trajetória que começou graças à iniciativa de 12 ativistas a bordo de um velho barco e que hoje tem o apoio de escritórios em 40 países, três navios e a parceria de seus mais de três milhões de colaboradores mundo afora.

Por acaso
Afinal, como surgiu nome da maior organização ambientalista do mundo? Puro acaso. Isoladas na bandeira do barco, que seguia rumo à Amchitka, as palavras Green (verde) e Peace (paz) não cabiam num button vendido para ajudar a arrecadar fundos para a viagem. A solução? Juntar as duas palavras. Assim nascia o Greenpeace.

http://www.flickr.com//photos/greenpeacebrasil/sets/72157627516785901/show/ 

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Liberdade de Expressão, Eike?

Por: Leonardo Matos
 
Protesto na petrolífera Perenco

Enquanto nossos voluntários levam informações sobre a campanha ao público através de conscientização, palestras e a petição, nossos ativistas partiram para o protesto PACÍFICO. Afinal o Greenpeace é uma organização global e independente que atua para defender o ambiente e promover a paz, inspirando as pessoas a mudarem atitudes e comportamentos. Para isso podemos ressaltar dois dos seus princípios: o Confronto Pacífico e Não Violência.
Ativistas protestam em frente a sede da Perenco
Após mais de 45 minutos de protesto sem maiores incidentes no prédio que abriga os escritórios da Perenco, a empresa preferiu não receber Greenpeace nem aceitou que subissem junto com a imprensa para conseguir um posicionamento com relação à exploração de Pétroleo em Abrolhos, esta atitude deixa claro a falta de transparência e de qualquer empenho por uma diálogo sobre a questão de uma empresa que se prepara para extrair Pétroleo num dos Ecossistemas mais fragéis e também mais ricos do nosso Bioma.
Ativista em frente a sede da OGX


Força Desproporcional

Infezlimente ao realizar o mesmo protesto na sede da OGX, empresa que pertence a Eike Batista o oitavo homem mais rico do mundo, o Greenpeace foi pego de surpresa pela truculência dos Seguranças do local. Nossos ativistas foram isolados, impedidos de receber água, comida e de utilizar o banheiro. Após mais de 9 horas de resistência, a manifestação terminou com uma cena desnecessária. Uma tropa de choque isolou a área do edifício, no centro do Rio, e arrastou os manifestantes à força. Na confusão até membros da imprensa foram levados a delegacia junto com os 18 ativistas sem que nenhum membro da empresa recebesse os ativistas. Confira abaixo foto e vídeo da ação:

Ativista é arrastado por Policiais
Confira abaixo o vídeo da ação:
 

terça-feira, 30 de agosto de 2011

As Baleias fazem sucesso em Salvador

Por: Leonardo Matos

 A Campanha:

 É com grande prazer que venho hoje relatar a vocês nossos queridos leitores que a campanha Deixe as baleias namorarem está sendo um sucesso em Salvador. O Grupo de Voluntários do Greenpeace em Salvador partiu para o seu segundo final de semana de conscientização e recolhimento de assinaturas para petição que pede ao governo uma moratória na exploração de gás e petróleo nos arredores do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos. A moratória, entretanto, depende de um acordo entre o governo e as empresas com blocos de exploração nesta região. São elas Petrobrás, Vipetro, Perenco, OGX, HRT, Shell, Vale, Cowan, Sonangol e Repsol.A campanha lançou uma petição online, em que está recolhendo assinaturas da população a favor da moratória. Esta petição será levada às empresas e autoridades, e pode ser acessada pelo endereço: www.greenpeace.org.br/abrolhos.

Em Salvador:

Voluntários no Farol da Barra no Domingo(14 de Agosto.)
Nos dias 13 e 14 de Agosto nosso grupo de Voluntários foi para as ruas e tivemos como cenário principal o Farol da Barra. No domingo contamos com um dia de bastante sol e muita movimentação naquele local devido a corrida do Projeto Criança Esperança que aconteceu por lá um pouco mais cedo.





Crianças se divertem com os desenhos
No último Domingo, dia 28 de Agosto o nosso grupo de voluntários levou a campanha ao Zoológico de Salvador. Local que nos fins de semanas tem uma grande circulação de pessoas tanto de adultos como de Crianças. As crianças pareceram bastante interessadas na proteção as baleias e se divertiram na nossa tenda colorindo os desenhos da campanha e também ganharam pinturas de lindas baleias feitas nas mãos.

Nesse meio tempo os pais e família das crianças aproveitaram para conhecer um pouco mais sobre o trabalho exercido pelo Greenpeace e conheceram um pouco mais sobre a campanha. Eles demonstraram apoio a moratória assinanto a petição online através do Tablet e do Notebook disponibilizado para tal finalidade e também deram suas sugestões para as próximas atividades.



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domingo, 28 de agosto de 2011

Ser voluntário: eis a questão



 Por: Natália Falcón
 O voluntário segundo as Nações Unidas é aquele que, por interesse pessoal e espírito cívico, abdica uma parcela do seu tempo, sem remuneração, a alguma forma de atividade organizada, ou não. Talvez tal definição seja um tanto quanto simplória diante dos vários tipos de voluntários, dedicados à diferentes atividades, devido à diferentes motivações.
O trabalho voluntário mais do que uma doação de tempo motivada por certa inquietação, ou que o suprimento da falta de investimentos governamentais em determinada área, é a luta por um ideal e o comprometimento com uma causa. O voluntário seja qual for a causa, é dotado de altruísmo e solidariedade, características raras no homem contemporâneo, e é engajado,participante e consciente o suficiente para promover a mudança social.
Ser um voluntário é um fator de crescimento e fortalecimento pessoal sem precedentes. O trabalho traz preocupações, desafios e responsabilidades como qualquer outro, mas quando se tem o amor somado a tudo isso, o desempenho a capacitação e acima de tudo a realização, são cada vez maiores.

Feliz dia do Voluntariado!
Natália Falcón                                  Ruth Moreira                
Thiago Salles                                   Sérgio Soledade            
Glauber Machado                            Marivalto Barbosa        
Júlio César                                      Vinícius Brandão
Elissama Menezes                           Leonardo Matos
Uenderson (Eros)                           Leidiane Ferreira
Raphael Cunha                                Mateus Felipe


                                                     Raphael Gomed

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Diga Não ao Petróleo em Abrolhos

Zona de maior biodiversidade do Atlântico Sul, Abrolhos corre o risco de virar um grande poço de petróleo. A região foi loteada em 2003 pela ANP (Agência Nacional de Petróleo) e agora dez empresas nacionais e estrangeiras estão prontas para começar a exploração dos 13 blocos atualmente sob concessão do governo.
Ativistas do Greenpeace em Abrolhos durante o mandato do presidente Lula.
É por isso que o Greenpeace Brasil começou uma campanha em que pede uma moratória na exploração de gás e petróleo nos arredores do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos.
Com uma área aproximada de 93.000 km², a moratória estabelece uma zona de segurança ao redor do parque nacional. Dentro desta área, estará banida apenas a exploração de gás e petróleo, evitando que um desastre ambiental contamine ecossistemas sensíveis, responsáveis pela reposição dos estoques pesqueiros e reprodução de inúmeras espécies ameaças de extinção.
A moratória, entretanto, depende de um acordo entre o governo e as empresas com blocos de exploração nesta região. São elas Petrobrás, Vipetro, Perenco, OGX, HRT, Shell, Vale, Cowan, Sonangol e Repsol.
O Greenpeace contatou estas empresas por meio de cartas, expondo a importância e necessidade da moratória. Até a sexta-feira passada, dia limite para as respostas, nenhuma empresa havia se posicionado com relação à proposta.
A campanha lançou uma petição online, em que está recolhendo assinaturas da população a favor da moratória. Esta petição será levada às empresas e autoridades, e pode ser acessada pelo endereço: www.greenpeace.org.br/abrolhos.

Fonte: www.greenpeace.org 

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

ONU: Sem acordo climático, COP-17 será passo para nova negociação



Expectativa é baixa para acordo sobre emissão de CO2, diz oficial.
Próxima conferência sobre o clima será em Durban, na África do Sul.

 

Da Reuters 
As negociações climáticas que ocorrerão na África do Sul no fim deste ano podem
não resultar em um novo pacto para reduzir as emissões de CO2, entretanto, será
importante para determinar os esforços a longo prazo no combate às alterações
climáticas, afirmou nesta terça-feira (2) um oficial das Organização das
Nações Unidas (ONU).
Segundo Adrian Macey, oficial sênior da ONU, o futuro do Protocolo de Kyoto
é visto sob ameaça. O plano, que obriga 40 países industrializados a
cortar as emissões de gases de efeito estufa até 2012 deve não ter mais a
participação de países como Japão, Canadá e Rússia se os Estados Unidos
continuarem a não aceitar o acordo. Para ele, a lacuna entre Kyoto e uma
nova forma de reduzir as emissões é inevitável.
“É muito cedo para pensar no resultado de Durban
(cidade sul-africana que abrigará a COP-17), pois as expectativas
não são altas neste momento”, afirmou Macey durante conferência
 do clima que ocorre na Nova Zelândia.
“Mas minha visão é que, aconteça o que acontecer, os 191 países
não vão abandonar os esforços da ONU de desenvolver uma ação global
a longo prazo contra a mudança climática. Ficou claro que o encontro de
Durban será uma transição para uma arquitetura mais viável
nas negociações a longo prazo”, afirmou.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Cinco coisas que você não sabe sobre a Volkswagen

Semana passada o Greenpeace mostrou evidências de que a Volkswagen estaria fazendo lobbying nos Estados Unidos contra as leis que precisamos para proteger nosso planeta.


Aqui estão mais alguns fatos sobre a Volkswagen que a companhia não coloca em seus outdoors.


1. Apenas 6% das vendas da Volkswagen em 2010 se referem aos modelos eficientes comercializados pela companhia.
Chocante mas verdadeiro. Por isso, da próxima vez que você vir uma dessas propagandas de carro, onde eles se vangloriam de suas credenciais ambientais (essa você não pode perder: a companhia gasta mais com publicidade no Reino Unido do que qualquer outro fabricante de carro), lembre-se que, apesar do objetivo deles “ser a mais ecologicamente correta das fabricantes de carro no mundo”, a Volkswagen não utiliza sua tecnologia mais eficiente na maioria de seus veículos.

2. Volkswagen gasta milhões de libras a cada ano com grupos de lobbyng contra as leis ambientais.
O mais influente desses grupos – ACEA (a associação de fabricantes de carros) onde a Volkswagen tem um importante papel – está liderando uma acusação contra padrões de eficiência energética na Europa. Estas são as leis que precisamos para reduzir nosso uso de petróleo. Ao usar menos petróleo, isso custará menos para encher nossos tanques de gasolina e assim não mais enviaremos temerários perfuradores a lugares como o Ártico, onde eles arriscam vazamentos catastróficos.

3. Volkswagen também está promovendo campanhas contra o novo alvo europeu de reduzir em 30% as emissões de CO2 até 2020.
Embora mais de 100 líderes de negócios incluindo o Google e a Unilever apóiem o alvo de 30%, que podem encorajar a economia européia, estimular investimentos em novas tecnologias e ajudar o combate à mudança climática, Volkswagen está abertamente contra o alvo. Eles têm dito que isso pode “conduzir para a desindustrialização da Europa”. Estudos da Comissão Européia mostram que 30% até 2020 não é apenas possível e acessível, é também necessário para criar novos empregos verdes e para garantir a segurança energética do continente europeu.

4. Como a maior companhia de carro na Europa, Volkswagen tem a maior pegada climática entre todas as fabricantes de carro da Europa.
Um em cada cinco carros vendidos na Europa é um Volkswagen. Em 2009, novos carros vendidos pela companhia na Europa emitiram mais de cinco milhões de toneladas de CO2 por ano, representando cerca de um quarto do total de uso de óleo e emissões dos novos carros da Europa. O tamanho da Volkswagen significa que qualquer mudança que eles façam terá um grande impacto nas emissões de veículos. Ano passado, a Volkswagen fez apenas o mínimo necessário para seguir com as leis de eficiência – reduzindo suas emissões em 5% - e está atualmente em atraso em relação a companhias como a Toyota e a BMW em relação aos indicativos de eficiência.

5. Volkswagen penaliza consumidores que querem veículos limpos e inteligentes quando inflam artificialmente seus preços e fazem deles apenas um produto marginal em sua carteira de carros.
Embora a Volkswagen tem desenvolvido sua tecnologia Blue Motion, que pode ser construído em seus carros, fazendo deles mais limpos e eficientes, a tecnologia só está disponível como um caro opcional. A companhia cobra de seus consumidores um adicional de mais de mil libras para adicionar o Blue Motion a um carro novo, apesar de a tecnologia custar apenas 260 libras para ser feita. Fazer do Blue Motion um padrão em sua frota economizaria o dinheiro do consumidor em petróleo e reduziria a demanda por óleo.     

Gisele Bündchen vira desenho para salvar o Planeta

A top Gisele Bündchen já mostrou seu lado sustentável em outras oportunidades, mas nunca tão focada em formar novos amigos do planeta. Sim, agora é um personagem de desenho animado que ajuda no combate contra a poluição e o desmatamento.

Uma boa mistura de "3 Espiãs Demais" com "Capitão Planeta" e até um pouco de "As Panteras" e está feito: Gisele e a Equipe Verde. O desenho será exibido pelo Cartoon Network a partir de 4 de setembro.

Na história, Gisele faz parte de uma equipe de supergarotas que lutam contra crimes ambientais nas mais variadas formas. Serão 26 episódios nessa primeira temporada.

Infelizmente a voz da Gisele não é mesmo a dela, ao menos na versão inglesa.

Fonte: www.meioambienteurgente.com.br